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Sobre Mulheres e Marketing

Na semana do dia das mulheres, me sinto verdadeiramente lisonjeada por ter sido convidada a fazer essa publicação para o blog da M2BR, minha segunda casa profissional e lugar em que atuo dando aulas, profissão que exerço há quase vinte anos, com muito orgulho. Como profissional de marketing e mulher, devo dizer que este é um mercado que ainda está longe de chegar ao ponto ótimo das iniciativas que garantam um contexto minimamente igualitário. Principalmente se partirmos do conceito defendido pelo feminismo liberal, que assegura a igualdade de oportunidades, condições de trabalho e salário para mulheres, homens ou qualquer gênero com o qual a pessoa se identifique. Considerando que esta premissa parta única e exclusivamente na dissecação do conceito universal de marketing cunhado por Kotler, é muito visível e listável como ainda há um universo de separação entre o atual e o ideal quando o assunto é consumidor e marca. E é este exercício que proponho neste texto. SOBRE MARKETING...

Eu não sou o que eu faço

Difícil chegar a essa conclusão e perceber que eu não sou o que eu faço pra ganhar a vida, mas depois de levar um pé na bunda profissional foi um dos primeiros pensamentos que me ocorreram. Isso depois de ficar preocupada com as contas pra pagar, depois de me preocupar se o meu namorado e me família não ficariam decepcionados comigo e depois de sentir um certo alívio pelas merecidas férias que eu finalmente estou tendo. Trabalhar um monte é bom, nunca me senti mal por ter o perfil de alguém que não mede esforços pra resolver pendengas minhas e dos outros, mas ru realmente precisava do tempo que eu tenho agora. E eu estou amando! Nem faz tanto tempo desde que me tornei oficialmente uma parte das estatísticas do Ministério do Trabalho, mas olha, eu estou sabendo aproveitar. Acho. Fazia tanto tempo que eu não dava valor a coisas de família, da minha casa e dos meus amigos, do jeito que cada um desses itens merece, que agora me sinto um ser humano tão mais bacana. Nada modesto, eu es...