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Sobre Mulheres e Marketing

Na semana do dia das mulheres, me sinto verdadeiramente lisonjeada por ter sido convidada a fazer essa publicação para o blog da M2BR, minha segunda casa profissional e lugar em que atuo dando aulas, profissão que exerço há quase vinte anos, com muito orgulho. Como profissional de marketing e mulher, devo dizer que este é um mercado que ainda está longe de chegar ao ponto ótimo das iniciativas que garantam um contexto minimamente igualitário. Principalmente se partirmos do conceito defendido pelo feminismo liberal, que assegura a igualdade de oportunidades, condições de trabalho e salário para mulheres, homens ou qualquer gênero com o qual a pessoa se identifique. Considerando que esta premissa parta única e exclusivamente na dissecação do conceito universal de marketing cunhado por Kotler, é muito visível e listável como ainda há um universo de separação entre o atual e o ideal quando o assunto é consumidor e marca. E é este exercício que proponho neste texto. SOBRE MARKETING...

Crise de identidade profissional? Pergunte-me como!

Se o problema fosse decidir com que roupa eu vou pro samba que você me convidou seria lindo, mas é bem mais complicado do que isso. O problema está em quem irá nos defender, nós, os Social Media. Depois de ler o texto do Sollero , no B9, no qual ele fala sobre Social Media não ser uma disciplina, tampouco um departamento, menos ainda um super-poder, eu achei que seria bacana escrever sobre como a falta de uma definição clara sobre quem é o dono da bola pode complicar e muito o trabalho e o dia-a-dia de um profissional que se define como um especialista em Social. Taí mais um motivo pra ler o texto do Sollero, a discussão sobre Social Media enquanto competência somada. Pois bem, repassando a história que meu LinkedIn guarda pra mim - já que eu não tenho uma memória tão boa - desde que me tornei uma profissional com aval de especialista em Monitoramento e Métricas, as áreas das quais eu fiz parte foram de quase todos os departamentos dentro de uma agência e, sobre cada uma dessas exper...

Eu não sou o que eu faço

Difícil chegar a essa conclusão e perceber que eu não sou o que eu faço pra ganhar a vida, mas depois de levar um pé na bunda profissional foi um dos primeiros pensamentos que me ocorreram. Isso depois de ficar preocupada com as contas pra pagar, depois de me preocupar se o meu namorado e me família não ficariam decepcionados comigo e depois de sentir um certo alívio pelas merecidas férias que eu finalmente estou tendo. Trabalhar um monte é bom, nunca me senti mal por ter o perfil de alguém que não mede esforços pra resolver pendengas minhas e dos outros, mas ru realmente precisava do tempo que eu tenho agora. E eu estou amando! Nem faz tanto tempo desde que me tornei oficialmente uma parte das estatísticas do Ministério do Trabalho, mas olha, eu estou sabendo aproveitar. Acho. Fazia tanto tempo que eu não dava valor a coisas de família, da minha casa e dos meus amigos, do jeito que cada um desses itens merece, que agora me sinto um ser humano tão mais bacana. Nada modesto, eu es...

No começo, eram livros

E foi por essa razão que eu decidi escrever um blog sobre como eu vim parar aqui, sobre os causos que eu colecionei até hoje e sobre as pendengas mais engraçadas, ou nem tão engraçadas, que eu vivi pra chegar ao ponto de ter 7 anos de história pra contar sobre a minha relação com a minha profissão e com as pessoas que fazem parte dessa convivência. Não devo ser uma grande escritora de blogs, como muitas das pessoas que são referências na minha área, mas tenho uma vontade enorme de dividir as experiências que eu tenho, seja pra que as coisas mais legais sejam reproduzidas, ou pra que as coisas mais chatas sejam evitadas. Talvez essa também seja uma maneira de ser mais do que a desbocada do Twitter, ou a louca dos gatos do Instagram. Veremos...